Category: Diversos


Imagine. No interior do nordeste brasileiro, alunos de uma escola pública escrevem um livro sobre a pequena cidade onde vivem. Na Itália, um curso de idiomas utiliza esta mesma publicação para o ensino da língua portuguesa. Por conta própria, os estudantes europeus traduzem o livro para o italiano. Uma ação local que encontra um público específico no espaço global que recodifica e amplifica a ação original. Imaginou? Pois o melhor é que esta história não é fruto de imaginação. Estes trabalhos foram publicados na internet na forma de livros eletrônicos através do projeto “Faça um E-Book na Escola”, da editora gaúcha Plus. O projeto auxilia que conteúdos produzidos nas escolas, muitas vezes descartados ou esquecidos, sejam distribuídos e acessados de forma gratuita através da rede mundial de computadores. Da escola para o mundo Publicado no final de 2009, o livro “Juripiranga, Este é o Meu Lugar” foi fruto do contato da professora Jocileia Paiva Silva com a equipe da Plus. Entusiasmada com a possibilidade, a educadora estimulou os alunos a falarem sobre a economia, a cultura e o cotidiano desta cidade de 10 mil habitantes. Juripiranga fica a 70 km de João Pessoa, capital da Paraíba, nordeste brasileiro. Cerca de 15 estudantes, com idades entre 11 e 15 anos, tornaram-se verdadeiros repórteres e saíram a campo para captar material. Entrevistaram e fotografaram pais e familiares, produziram crônicas e textos sobre folclore, mostraram aspectos da economia da localidade, baseada na palha de carnaúba com a qual são produzidos artesanato e outros artigos como vassouras e chapéus. Assim, em um simples trabalho escolar, nasceu este e-book. A edição e a publicação do livro foram viabilizadas através do trabalho voluntário dos colaboradores da Editora Plus. O e-book dos alunos de Juripiranga foi baixado gratuitamente do site da Plus pelos empolgados estudantes do curso de português-brasileiro em San Benedetto del Tronto, cidade com 45 mil habitantes, localizada na região da Itália central. A tradução do livro chamou-se “Juripiranga – Questo è il mio Posto”. O historiador Eduardo Melo, atual coordenador da Plus, explica como funciona o “Faça um E-Book na Escola”: “o projeto é simples. A Plus não tem dinheiro para ir em cada escola aplicar o projeto. A iniciativa é do professor, em sala de aula, lançar uma tarefa, fazer um texto, uma crônica, fazer uma saída de campo. O que é produzido é empacotado e enviado para a Plus. A editora avalia, dá sugestões e altera algumas coisas. A equipe de voluntários faz a revisão, a capa e a edição. Publica em vários formatos e, então, o e-book é colocado no ar”. Mas esta ação junto às escolas é somente um dos projetos da Plus, uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que tem o objetivo ambicioso de “derrubar as barreiras que separam as pessoas do conhecimento”, segundo propaga o site da editora. O trabalho também inclui reportagens, coletâneas, textos acadêmicos, autores independentes e clássicos da literatura. Projeto para o Livre Uso do Saber O projeto da editora Plus surgiu, em 2007, através da reunião de uma turma de profissionais recém-formados, classe média, na faixa dos vinte e poucos anos, interessada em publicar livros: dois bacharéis em letras, dois jornalistas e um historiador. O grupo acreditava que muitos livros bons não saíam da gaveta. Mas havia a questão: como publicar estes trabalhos? O custo de impressão era alto. Alguns livros surtiam interesse em grupos restritos. As editoras não abriam portas. Imprimir, mesmo em quantidades pequenas, envolvia lidar com estoque, distribuição, divulgação. Então, como fariam? Na mesma época, os primeiros leitores de e-books começavam a surgir no mercado. A multinacional japonesa Sony lançou o seu Reader. Nos Estados Unidos, a Amazon.com, famosa loja de comércio eletrônico, contra-atacou com o Kindle. No meio desta efervescência, o grupo decidiu que iria distribuir as obras de graça em meio eletrônico e optaram, neste primeiro momento, pelo formato PDF (Portable Document Format, desenvolvido pela norte-americana Adobe System, em 1993). Daí veio o nome Plus, ou seja, “Projeto para o Livre Uso do Saber”, editora que iria traduzir e publicar e-books de diferentes gêneros. No segundo semestre de 2008, a editora foi lançada com um catálogo de sete livros na Feira do Livro de Porto Alegre. Em dezembro do mesmo ano, a Plus assumiu um pioneirismo e foi a primeira editora a publicar e-books para serem lidos em aparelhos celulares no Brasil. Inicialmente, a equipe utilizou o formato Mobi, que poderia ser lido no Symbian, sistema operacional instalado nos celulares da Nokia. Dois anos depois, a editora já lançou mais de 40 e-books, a maioria, em ePub, formato que aos poucos se impõe como padrão de publicação de livros eletrônicos no mundo. Em pequena escala, e no seu próprio ritmo, a Plus está cumprindo o objetivo a que se propôs. Outsiders, nerds e idealistas Do grupo multidisciplinar original, em 2010, a gestão da Plus passou para o historiador Eduardo Melo, 29 anos, que conta com colaboradores de várias partes do Brasil e do mundo e com o auxílio especial da esposa, Juliane Dorneles, professora de inglês. Ela é, inclusive, autora de um dos primeiros e-books da editora, “Each Person, a New Story”, escrito em inglês. Licenciado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Letras pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/RS), Melo é um cara com convicções fortes, conectado, aficionado em tecnologia, fã de filmes e livros de ficção científica. E é um cara realmente apaixonado pelo projeto que conduz a partir do espaço exíguo do “quartinho de empregada” – em um apartamento no segundo andar de um edifício antigo, no centro de Porto Alegre – transformado em escritório da Plus, onde ficam uma cadeira, o computador, dois monitores, um quadro branco, algumas pastas de arquivos e parcos livros impressos – na maioria, técnicos e de informática -, dos quais se destaca uma coleção pocket de “Dilbert”, de Scott Adams. Ele considera a editora uma iniciativa outsider e underground. Segundo afirma: “o espírito da Plus é não ter dinheiro. (…) A gente mexe com dinheiro (…) a coisa pende pro lado A, pende pro lado B. (…) Quanto menos dinheiro entra na Plus, melhor. Essa é nossa filosofia. Na medida do possível, sem dinheiro de empresa, sem dinheiro de governo. Incentivo à cultura, a gente nunca usou”. Melo é, realmente, receoso sobre o patrocínio de empresas, mas não descarta a possibilidade de a Plus acatar o financiamento para um número definido de e-books feitos na escola ou, até mesmo, para a internacionalização da ideia da editora. “Mas (a empresa) precisará fazer isso sem nutrir expectativas de lucro com o conteúdo. Toda a lógica da Plus reside neste ponto: permitir a criação e a divulgação de conhecimento e cultura livres que são, na prática, marginais ao sistema, essencialmente não comerciais: um livro de poesias, um estudo de comunicação, as crônicas das crianças de uma 4ª série”, enfatiza o editor. No entanto, vale citar que o projeto “Faça E-book nas Escolas” surgiu através de uma provocação da Rede Vivo Educação, ligada à empresa de telefonia móvel, que convidou Melo para participar de uma conferência sobre redes sociais e novas formas de educação. Por esta colaboração, a Plus ganhou um iPhone 3G que, conforme Eduardo, “foi [uma ferramenta] fundamental para publicarmos e testarmos a qualidade dos livros publicados posteriormente”. Segundo o editor, a Rede Vivo Educação também auxiliou para que pessoas de diversos estados, como São Paulo, Paraíba e o próprio Rio Grande do Sul, conhecessem os projetos da editora. Então, como a Plus se sustenta? Eduardo também é bancário. A estrutura do escritório – computadores, luz, internet – é coberta por ele próprio. Uma conta que, afirma, “teria de qualquer maneira (por gostar de informática)” e que “paga sem problemas”. Outros custos da editora são ínfimos: “15 reais de hospedagem por mês em um servidor no exterior, (…) na hora da publicação, 12 reais do ISBN para a Biblioteca Nacional (…) mais a troca de correspondência para fazer um contrato com o autor (…) algum material impresso para divulgar um trabalho, por exemplo, em uma Feira do Livro. O custo é quase zero”, revela. Em alguns casos, surgem doações e contribuições espontâneas dos autores publicados. Mas o mistério prossegue: como são geridos os projetos? A Plus se baseia no trabalho voluntário e colaborativo. Capa, revisão, edição, tradução. Ninguém ganha dinheiro. Todas as ações são voluntárias e articuladas em rede. “Uma pessoa sugere a tradução de um livro norte-americano”, explica Melo, “e a gente monta uma ação colaborativa para fazer isso. (…) Se a ideia crescer, ótimo. Tudo meio descentralizado”. Uma colaboração surgiu através de um papo de Eduardo com a tradutora Ana Carolina Konecsni, natural de Esteio (RS) e radicada em São Paulo. Depois de uma conversa informal, foi criado dentro do site da Plus o blog Tradução+ para tratar do tema. Outro projeto importante da Plus é a edição em e-books de obras em domínio público, com diagramação e acabamento caprichados. A editora apostou em clássicos da literatura brasileira de autores como, por exemplo, José de Alencar – “O Guarani”, “Iracema” e “Viuvinha” – e Machado de Assis – “Dom Casmurro”, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, “Quincas Borba” e “Helena”, um dos e-books baixados com maior frequência. A coleção foi idealizada pelo diagramador José Fernando Tavares, brasileiro radicado na Itália. O trabalho funcionou tão bem que a Positivo Informática, quando lançou o Alfa, o primeiro leitor de e-books nacional, na Bienal do Livro de São Paulo deste ano, utilizou estas edições na demonstração do equipamento. “O que mais tem valor é o trabalho voluntário. Aquela pessoa que quer coordenar uma tarefa. É o que a Plus mais precisa”, enfatiza Melo. A maior parte das colaborações vem de São Paulo, do Paraná e do Rio Grande do Sul. Obras gratuitas e sem exclusividade Para publicar um e-book, a editora Plus exige que o autor libere a obra para distribuição gratuita e sem fins lucrativos. Mas não há exclusividade. Esta prática de contrato acarreta, às vezes, estranhamento com o mercado editorial tradicional. “Já tivemos autores que pediram para tirarmos do ar a versão e-book para viabilizar a publicação do livro em versão impressa. As editoras não concordavam em ‘competir’ com uma versão grátis do mesmo livro na rede”, comenta Eduardo. A tarefa de lidar com direitos autorais criou a obrigatoriedade da formalização da editora Plus em uma ONG. “Ao lidar com conteúdos e propriedades intelectuais de terceiros, a segurança jurídica é indispensável para todos”, diz Melo. Alternativa para a produção independente O mundo dos livros eletrônicos é um território novinho em folha. Muita gente está aproveitando a onda. Autores iniciantes, escritores, jornalistas, acadêmicos, artistas de diferentes linguagens e – como não poderia deixar de ser – aqueles mais acostumados ao habitat virtual: os blogueiros. A Plus lançou o livro da autora gaúcha Nancy Lix, “Lua em Refração”, com poesias escolhidas do blog homônimo. Um dos maiores sucessos da editora é “Como Piratearam Minha Vida”, livro de contos do jornalista paranaense Alessandro Martins, que escreve no blog Livros e Afins. No primeiro dia de lançamento, o e-book obteve 700 downloads. “Ele é blogueiro, tem uma rede imensa (…) e, nos últimos cinco anos, se dedica exclusivamente à atividade na internet”, diz Melo, “e o livro tem uma linguagem divertida, com pitadas eróticas”. Alessandro Martins, que vive profissionalmente da blogosfera, acredita no potencial dos livros eletrônicos. “A publicação digital e gratuita tem muitas vantagens para o escritor iniciante e para os mais experientes também. Os custos de distribuição e impressão caem à zero. Um potencial leitor chega muito mais facilmente ao seu trabalho, via mecanismos de busca, por exemplo”, diz o jornalista. O blogueiro ficou satisfeito com o lançamento do e-book “Como Piratearam Minha Vida” através da editora Plus: “Gostei da experiência. Muitas pessoas que ainda não tinham lido os meus textos no (blog) Cracatoa Simplesmente Sumiu acabaram conhecendo através deste livro. (…) Ter o reconhecimento de uma editora é sempre bom”. Conquistando audiência O site da Editora Plus conta com cerca de 25 mil visitantes que fazem 1300 downloads dos e-books a cada mês; destes, 500 são livros de domínio público (clássicos da literatura nacional, por exemplo) e outros são 800 livros com licença creative commons, uma alternativa de direito autoral que permite ao artista flexibilizar o uso, a comercialização e a distribuição de suas obras. Melo explica que o público da editora tem várias camadas: “Primeiro, é quem navega na internet e lê no computador. A segunda camada é formada por público mais jovem, universitário e estudantil, e, por consequência, os pais e familiares destas crianças que publicam seus e-books pela Plus. Acima de 35 anos, o público é escasso”. Professores, acadêmicos, pesquisadores, escritores e artistas de toda a estirpe engrossam o caldo. O site agrega ainda notícias sobre o mercado de e-books, um conteúdo importante para alavancar sua audiência. “Notícias sobre e-books dão audiência. É novidade pra muita gente. As pessoas querem participar disso, querem consumir isso. Os jornalistas brasileiros já estão percebendo isso”, reflete Eduardo Melo. “O livro é uma coisa fascinante. Se mescla o livro, uma ideia antiga, com a tecnologia, casa a fome com a vontade de comer”. A editora Plus faz uso limitado das redes sociais, muito disso, pela necessidade de trabalho voluntário. Conforme Melo: “Twitter é mais fácil e natural a disseminação (de informação). Facebook é mais complicado, demanda mais tempo e dedicação pra construir uma rede. Mídia social demanda tempo”. A guerra tecnológica A tecnologia tem um papel central. É o produto e o meio no projeto da editora Plus. Contudo, Melo relativiza esta situação: “a tecnologia é o aparato. Mas não é tudo. Os valores também são importantes. Como a gente vai abordar a tecnologia são os valores. (…) Um exemplo: poderia fazer e-books fechados, vender caro e não me importar se os leitores tiverem dificuldade em ler aquilo”. O comentário de Eduardo Melo trata sobre a guerra dos formatos e dos aparatos de leitura dos e-books. O ePub é o formato padrão atual dos livros eletrônicos, mantido por um consórcio de empresas – a IDPF (International Digital Publishing Forum) – que deseja que um mesmo arquivo seja lido em diferentes interfaces ou leitores de e-books: no Sony Reader, no iPhone, no iPad, no Alfa, no Nook. O ePub é uma tentativa de unificar os esforços de muitas empresas. No início dos anos 2000, por exemplo, havia uma série de formatos diferentes: o Palm, o Mobi (tecnologia francesa comprada pela Amazon.com, em 2005), o Lit (Microsoft), BBeB (Sony), entre outros. “O formato ePub é HTML e XML (linguagens utilizadas nas páginas da internet). Sendo XML significa que, daqui a cinco ou dez anos, este conteúdo pode ser fragmentado, classificado semanticamente e transformado em uma série de outros conteúdos quando tiver uma tecnologia disponível. (…) Quem apostar em formatos abertos ou em padrões que já são reconhecidos internacionalmente, aposta na direção correta. Quem fechar o conteúdo, morre”, opina Melo. No entanto, o que ocorre, por conta da pirataria e da busca de um caminho comercial, é que empresas e editoras inserem nos e-books códigos e proteções contra cópias (chamados DRMs, “Digital Rights Management”, em tradução literal, “gerenciadores de direitos digitais”) ou investem em formatos proprietários. Estratégias que geram situações contraditórias e paradoxais. “No Kindle, por exemplo, não é possível ler os e-books em formato ePub porque a Amazon tem um formato proprietário. A Apple, quando vende os livros com proteção contra pirataria, usa um DRM proprietário. O livro que for comprado para ser lido no iPad ou no iPhone não poderá ser lido no computador, nem vai poder ser lido no Kindle. E vice-versa. Quando o leitor se der conta, ele estará preso para fruir da obra que comprou”, explica Eduardo. Melo aposta na universalização do formato ePuB: “Com a chegada de sistemas operacionais como o iOS e o Android, o ePub está sendo largamente usado internacionalmente na maioria dos dispositivos e aplicativos. Apple, Google, Barnes & Noble, Sony adotaram o ePub. No Brasil, todas as livrarias que vendem e-books também adotam o formato”, afirma. O editor não considera o acesso à tecnologia um impeditivo para o avanço dos e-books e sugere formas de universalizar a leitura: “as pessoas acham que só podem ler e-books no iPad ou no Kindle (…) Vendem essa ideia de usar uma tecnologia, mas é possível ler onde elas quiserem. (…) Num celular, num telão, no computador. Pode ser um audiobook. Tem várias maneiras de ler”. A Simplíssimo A partir da experiência da Plus, Eduardo Melo e um sócio italiano abriram, em março de 2010, a Simplíssimo, uma empresa comercial para venda de e-books. O novo projeto serve de plataforma de lançamento e distribuição dos conteúdos da Editora Plus que foram agregados ao novo site, mas prosseguem sendo baixados livremente. Além disso, Melo realiza trabalhos de publicação de e-books para diversas editoras nacionais, como é o caso de “O Livrão e o Jornalzinho”, livro infanto-juvenil de Rafael Guimaraens e Ricardo Machado, lançado pela Libretos. A Simplíssimo distribui os livros eletrônicos em diversas lojas online – livrarias Curitiba, Traça, Grioti e outras – e utiliza como proteção do conteúdo a “Marca d´Água Digital”, um código que identifica o comprador original do e-book. É uma forma de inibir este leitor a copiar o arquivo digital para outras pessoas. No caso da Simplíssimo, também não há exclusividade sobre a obra, e o autor recebe 60 por cento do valor da venda do livro digital. No entanto, Eduardo Melo faz uma constatação curiosa. Ele afirma que a principal motivação dos autores que o procuram – tanto na Plus quanto na Simplíssimo – não é a remuneração imediata, mas a divulgação de seus trabalhos. “O objetivo principal destes autores é ter os livros digitais nas prateleiras da web, comentar com seu círculo de amigos e conhecidos nas redes sociais. (…) Poucos têm a pretensão de ser um Paulo Coelho ou um Chico Buarque e sabem que é preciso muito mais do que talento e um bom texto para conseguir os holofotes da mídia. O autor independente decidiu comer pelas beiradas. E o mundo digital é excelente para isso”, assegura Melo. Daqui por diante Desde 2010, a editora Plus traça a perspectiva de implementar o projeto “Faça o E-book nas Escolas” no Uruguai. A ação ainda não ocorreu por conta de um desencontro com o calendário escolar do país vizinho. Eduardo Melo promete nova tentativa para 2011, enquanto deseja ver a ideia expandida para a América Latina. “Depende de tempo e depende de braço”, confabula. É este projeto nas escolas que, realmente, faz brilhar o olhar do jovem historiador/editor. Melo, infelizmente, não vê perspectiva de a iniciativa vingar de forma satisfatória em curto prazo. O que não o impede de sonhar: “Fazer com que as escolas se deem conta que o que os estudantes produzem em sala de aula é muito importante. Estimular este tipo de produção (…) que saia de dentro da escola e ganhe campo. (…) Mostrar para um estudante com 8, 11, 15 anos que o que ele faz é muito valioso”. E completa o editor: “O trabalho criativo, uma poesia, um desenho, uma fotografia. A arte e a cultura não são coisas estanques. Transmitem valores e nos fazem crescer, se todos tentarem um pouquinho”. Imaginou?

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Pesquisadores alertam para danos de insumos químicos aos polinizadores

A pesquisadora Roberta Cornélio Ferreira Nocelli, da Universidade Federal de São Carlos, alerta que o uso de agrotóxicos pode ser extremamente prejudicial para os polinizadores. A depender do pesticida, apenas 81 nanogramas são suficientes para matar uma abelha.

Para ela, a aplicação dos pesticidas nas propriedades precisa obedecer, de forma rigorosa, as quantidades especificadas nos rótulos dos produtos. Além disso, os agricultores devem respeitar o horário de visitação dos insetos polinizadores nas culturas e não aplicar os insumos no final da tarde e início da noite.

Roberta ainda defende a revisão da lei que regula a liberação de produtos químicos para o mercado. Atualmente, todo agrotóxico para ser liberado precisa ter avaliado o seu efeito em abelha. “Acontece que esse teste é feito somente com um tipo deste inseto. O ideal é que ele seja realizado com outras espécies, inclusive com abelhas nativas”, explica.

Práticas culturais

De acordo com a bióloga Márcia de Fátima Ribeiro, pesquisadora da Embrapa Semiárido, os manejos das áreas agrícolas precisam se valer de práticas culturais que favoreçam a presença e permanência desses insetos nas áreas de plantios.

A agricultura moderna voltada para maximizar os índices de produtividade se vale de técnicas que afetam de forma muito negativa a população de polinizadores nativos, em especial as abelhas. Por esse motivo, em muitas propriedades os agricultores são obrigados a recorrer à polinização artificial, a exemplo da manual, o que eleva os custos de produção.

Para a bióloga da Embrapa Semiárido, o que fica evidente mesmo para segmentos do negócio agrícola mais competitivo é que a ação benéfica dos polinizadores não pode ser descartada. As abelhas, por exemplo, contribuem “significativamente” para incrementar os índices de produtividade de várias culturas agrícolas de importância econômica.

Conservar

A conservação dos habitats naturais desses insetos nas áreas próximas dos cultivos e o uso de boas práticas agrícolas são fundamentais para preservar a diversidade dos que polinizam as plantas. Uma das melhores medidas que podem ser adotadas pelos agricultores é a aplicação controlada de defensivos químicos e o manejo da paisagem, de modo a manter suas bordas com vegetação nativa local que fornece recursos aos polinizadores.

Geração de renda

As abelhas, além de serem estratégicas para aumentar a produção agrícola, podem ser uma sustentável fonte de renda para quem vive na caatinga. Alexandre Torres, morador de Ouricuri, cidade do sertão pernambucano, quer esse bioma preservado, pois há 22 anos tira do mel que vem das folhas dessa vegetação sua principal fonte de renda. Com 500 colméias, ele chega a faturar 40 mil reais por ano.

“As abelhas foram o que me fixaram no campo”, revelou Alexandre. O apicultor que também participou da Semana de Polinizadores, o evento foi “uma ótima oportunidade para aprender mais sobre o apaixonante mundo das abelhas”.

No Território do sertão do São Francisco, somente em Campo Alegre de Lourdes são produzidas 600 toneladas de mel por ano, de acordo com dados encaminhados ao Sebrae de Juazeiro pelos próprios apicultores do município.

Embrapa

 

Fogão a lenha gera energia elétrica no Acre

 
Postado em Energia em 17/11/2010 às 14h31
por Redação EcoD Comentários (1) RSS
 
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 363 unidades do fog� foram instaladas no acre em 2009
Mais de 360 unidades do fogão foram instaladas no Acre em 2009/Foto: Divulgação

Um fogão a lenha capaz de produzir eletricidade para alimentar uma TV, quatro lâmpadas fluorescentes de 9W e uma geladeira pequena por até quatro horas. Assim é o BMGLUX, desenvolvido pela empresa brasileira Energer Energias Renováveis (pertencente ao Grupo BMG), e que tem sido testado em três cidades do Acre: Capixaba, Assis Brasil e Brasiléia, segundo informou o blog Planeta, do jornal O Estado de S.Paulo.

O produto, que também tem sido testado em casas de famílias ribeirinhas às margens dos rios Yaco e Macauã, funciona como uma miniusina de cogeração de energia elétrica a partir da queima de biomassa (lenha, gravetos, sabugos de milho e outros resíduos orgânicos encontrados no meio rural). Ao mesmo tempo em que é usado para preparar os alimentos, o “fogão sustentável” aproveita o calor residual para gerar energia elétrica.

Outro fator diferencial do BMGLUX é que ele dispõe de uma chaminé que evita a dispersão da fuligem gerada pela queima da biomassa no ambiente doméstico, consequência comum da utilização de fogões a lenha tradicionais.

“Antes nós vivíamos isolados. Agora vai ser melhor, porque nós não tínhamos energia aqui na zona rural. Hoje nós podemos assistir televisão e ficarmos informados sobre o que acontece aqui no Acre”, comemorou o seringueiro Jean Carlos Pereira, um dos beneficiados com a tecnologia. Até então, apenas as lamparinas iluminavam as residências do interior acreano, na região da floresta amazônica.

“Na comparação com as outras alternativas como kits fotovoltaicos e geradores a diesel, o fogão se mostrou mais eficiente para geração de energia em sistemas isolados, não só economicamente, mas socialmente também”, destacou ao blog Planeta Diego Santos, engenheiro do Núcleo de Estudos e Gestão de Energia da Andrade & Canellas, responsável pela realização do teste de viabilidade do fogão.

Santos lembrou que o conjunto gerador fotovoltaico é caríssimo. “Os geradores a diesel também são alternativas complicadas no campo, porque geralmente essa população não tem meios para ir buscar o combustível na cidade mais próxima”, acrescentou.

A empresa e a consultoria responsáveis querem aprovar o produto junto ao governo federal para que ele possa ser enquadrado no projeto Luz para Todos (que leva energia subsidiada a comunidades rurais). Se fosse vendido hoje sem subsídios, o fogão custaria R$ 6 mil a unidade.

Com informações do blog Planeta.

 
Tags: Ciência e Tecnologia , Energia
http://www.stum.com.br/ta03130

Simpatias e Encantamentos para o Ano Novo
:: Miriam Carvalho ::

As simpatias funcionam?
Funcionam porque todo ato de vontade é uma forma de magia.
Magia é a capacidade de realização, que emana de forças psíquicas, que transforma em real uma vontade dirigida.

2010 será regido por VÊNUS
Vênus planeta associado a Afrodite – Deusa grega do amor e da beleza, protetora dos marinheiros.
Sua origem tem duas explicações: Pode ter sido filha de Zeus e da Titã Dione; ou ter nascido do mar em uma concha.
É o astro mais brilhante no céu depois da Lua e de Sirius e também conhecida como a “pequena benéfica”.
Símbolo: O circulo representa o espírito e a cruz está ligada à matéria, abaixo do espírito.
O espírito se expressa na forma criando vida.
Signos equivalentes: Libra (23/9 a 22/10) e Touro (21/4 a 20/5)

2010 – Regências e Correspondências.
• Venus: natureza fria, feminina, magnética polaridade yin
• Impulso: Social e amoroso
• Dia da Semana: sexta-feira
• Cores: Rosa e suas tonalidades
• Pedras: quartzo rosa, rodocrosita
• Animal: touro
• Aromas (Incenso e Perfumes): Rosa, Flor de Laranjeira
• Metal: cobre
• Elemento: terra
• Partes do Corpo: pescoço, rins e ovários
• Flores: Lírios, margarida, prímula, violetas, açucena, Iris
• Ervas: Mirra, Coentro, Malva; manjericão
• Verbos: Eu tenho – Eu atraio
• Palavra chave: amor, sensualidade, auto-estima

HANNIEL – Arcanjo de Venus
Salmos: 97 (Casais) 144 (Filhos) 114 (Família)

Normalmente aparece com um Pergaminho ou um Arco e Flecha ou ainda com uma Lanterna nas mãos. Foi mestre do Rei David.
Seu nome significa a Graça de Deus.
Dá emoção e amor para criar. Dá vida ao mundo do pensamento. Traz a luz do conhecimento de Deus até nós – Arcanjo da Salvação, da Alquimia, da Química das transformações.

Protege o Reino Mineral, a família e a flora. Chefe dos cupidos protege o amor. Hierarquia Principados – Ancoram com plantas e cristais, dão ao homem o domínio de todas as coisas. Controlam o reino vegetal.

Regente de Vênus e da sexta-feira, Sua cor é Rosa. Protege os nascidos sob os signos de Touro e de Libra. Atua em todas as formas de desequilíbrio emocional e desarmonia interior, promovendo o equilíbrio e Harmonia. É um arcanjo cuja força gera tanto amor que é capaz de abrandar até estados de fúria da natureza. Sua ação quando invocado desenvolve harmonia familiar, reconciliações de casais, relacionamentos entre pais e filhos, autovalorização e autoestima, promove fertilidade e instalação de amor universal. Protege os casamentos, os fetos, todos os que lidam com estética, beleza, arte, música, os costureiros, ourives e principalmente órfãos.

TÔNICA PARA 2010
• Desenvolver o amor em todas as formas
• Praticar a preservação e a auto-preservação
• Garimpar a diplomacia em todos os segmentos
• Patrulhar a harmonia em todas atitudes
• Cultivar a estética e a beleza
• Policiar a autoestima
• Agregar a alegria em todos os relacionamentos
• Realinhar normas de conduta visando o civismo

INICIAÇÃO
No dia 1º do ano, em qualquer hora que esteja tranqüila e serena, acender uma vela branca ou azul. Se solte, relaxe e olhe durante 3 minutos para a chama da vela e, em seguida, faça a seguinte prece de afirmação:

DEUS DE INFINITA BONDADE:
– Que eu seja banhada pela luz primordial
– Que eu esteja unida com a sabedoria Terra
– Que eu identifique meu espaço dentro do conceito cósmico
– Que eu tenha percepção das energias sutis
– Que eu seja um espelho da força do amor
– Que eu limpe as nuvens de minha visão
– Que eu saiba o que é preciso saber
– Que eu revele a verdade e o caminho mais sábio
– Que eu enxergue através da perspectiva superior
– Que eu aceite o ser humano sem julgamentos
– Que eu possa sempre manter a tolerância
– Que eu exerça o significado real do amor
– Que eu possa aceitar e usar minha própria força
– Que eu e meu Eu Superior atuem em conjunto
– Que eu mantenha sempre a calma interior
– Que eu respeite o livre arbítrio do outro
– Que eu tenha o equilíbrio entre as polaridades
– Que eu irradie luz através da própria força criadora
– Que assim seja e assim será! Sempre!

TAÇA DA PROSPERIDADE

Monte uma taça, mentalizando receber prosperidade da seguinte forma:
Deve ser uma taça transparente de vidro ou cristal, tanto pode ser em uma fruteira como uma taça de champanhe, depende do tamanho das pedras que colocar.
Por que a taça?
É o símbolo da receptividade do útero, da fecundidade.
É na taça que brindamos a felicidade e a vitória em todos os sentidos (casamento, nascimento, conquistas, entrada de ano novo, etc.).
Tem ainda a ver com sacralidade: como o Santo Graal; o cálice que Cristo selou a Santa Ceia; o cálice sempre representou o poder do reis, dos deuses pagãos, etc.

Coloque nessa taça os cristais da relação a seguir e, não se esqueça que tais cristais deverão estar limpos e energizados antes de montar a taça.

Limpeza e energização dos cristais:
Deixar 24 horas imersos em água e sal, depois passar em água corrente e deixá-los expostos ao Sol pelo menos durante uma hora para energizar recebendo o Prana.

– 1 pirita (molécula cúbica) facilita ganhos materiais.
– 7 citrinos – símbolo da riqueza (7 = Domínio do espírito sobre a matéria)
– 1 ponta de cristal branco – união de todas as cores para paz e harmonia.
– 1 ametista – transmuta energia negativa em positiva, pedra da espiritualidade.
– 1 ônix – facilita a aquisição de bens.
– 1 quartzo rosa – traz realização em todas as manifestações do amor.
– 1 quartzo azul – proporciona equilíbrio.
– 1 quartzo verde – irradia saúde
– 1 cornalina – para concretizar objetivos.
– 1 crisopraso – suaviza o coração trabalha o perdão.
– 1 ágata vermelha para acelerar os processos estagnados.
– Completar com água filtrada e deixar em local visível na casa como decoração emanando prosperidade.
– Trocar a água uma vez por semana.

Essa taça também poderá ser feita em qualquer quinta-feira de Lua Crescente.

CRESCIMENTO PROFISSIONAL E PROSPERIDADE
Dia 6, dia de Reis, coloque uma romã dentro de um saquinho confeccionado de pano vermelho e ofereça aos 3 Reis Magos: Baltazar, Gaspar e Melchior.
Pendure esse saquinho atrás da porta e deixe lá o ano inteiro.
Poderá ser feito também no dia 20 de março quando começa o ano astrológico.

PROGRAME SEU CRISTAL PARA USO PESSOAL
Os cristais podem ser programados para uma única finalidade, ou algo muito importante que você deseja alcançar.
É uma forma de potencializar e amplificar a energia da vontade.

Para programação use apenas cristal branco (união de todas as cores)
Escolha um momento ideal, para não haver interrupções , permaneça durante 5 minutos simplesmente se soltando, conscientize-se de que algo muito especial vai acontecer e comece o ritual:
1. Segure o cristal entre as duas mãos, apontando na direção do sexto chacra, Frontal, o terceiro olho, que fica entre as sobrancelhas.
2. Enquanto segura o cristal visualize um raio de luz conectando você e o Cristal, ligando seu 6O chacra à ponta do cristal, até sentir que a comunicação está feita.
3. Passe mentalmente para o cristal a função a que ele se destina, através das ondas de pensamento para uma vontade dirigida. Seja bem objetiva e clara, usando afirmações positivas, deixando que a presença Divina guie seu propósito com amor e sabedoria.
4. Reforce a programação do cristal durante sete dias, dizendo:
-Este é o meu Cristal e está programado em nome da Luz Divina, do Amor Maior e da Harmonia Universal para……………………………..-

Exemplos de programação:
– Cristal pessoal para saúde
– Cura
– Proteção
– Meditação
– Auto-ajuda
– Força e coragem
– Criatividade no trabalho
– Sucesso nos objetivos
– Harmonia familiar
– Discernimento
– Energização de Água
– Energização de Ambientes
– Energização de Plantas e Animais

OBSERVAÇÃO:
Você também poderá programar seu cristal em qualquer época do ano, observando a Lua:
Minguante: Quando quer que algo vá embora (tipo perder peso, doença).
Crescente: Para alcançar algo que deseja muito.
Nova: Para proteção.

PORTAL MÁGICO
Escolha um local dentro de sua casa ou no jardim para criar um -Portal Mágico-.
Pode ser um canto em seu quarto, no local de trabalho, perto de uma árvore, ou ainda perto de uma planta que você goste.
No dia 1º. , depois de tomar seu banho, vá até esse local e comece a imaginar anjos, seres encantados, fadas entrando e saindo. Acenda um incenso, faça uma oração ou um salmo de sua preferência, consagrando esse local, como seu cantinho mágico de poder.
Durante o ano, recorra a esse local toda vez que precisar de uma intervenção mágica ou ajuda angelical.

Esse ritual também poderá ser feito:
– Em qualquer dia de Lua Nova;
– Dia 20 de março quando começa o ano Astrológico;
– Sempre que mudar de residência.

PROSPERIDADE PARA A FAMÍLIA.
Na passagem do ano, coloque um punhado de arroz cru em cada canto da casa, mentalizando fartura, prosperidade e saúde para todos.
Retire esse arroz no dia 6, de Reis e jogue em um jardim.

PROTEÇÃO E ILUMINAÇÃO
Faça uma vistoria em sua casa e troque todas as lâmpadas que estiverem queimadas.
Na passagem do ano, às 24h00min horas, acenda todas as lâmpadas e receba com carinho e muito amor todas as bênçãos para o novo ano que se inicia.
Poderá ser feito também dia 20 de março, quando começa o ano astrológico.

RITUAL DE DESPEDIDA
Antes de encerrar o ano, acenda uma vela branca, faça uma oração e escreva numa folha de papel branco tudo que houve de triste, desagradável, frustrações, falta de realização, dissabores, medos, inseguranças, incertezas, mágoas, bloqueios enfim, tudo que você vivenciou no ano que passou e que pretende excluir de sua vida neste novo ano.
Em seguida queime a folha na vela desmaterializando qualquer crença negativa ou padrão pensamento.
Depois da passagem do ano, pode ser no dia seguinte, pegue outra folha de papel e escreva tudo que você almeja para o ano novo como: saúde, trabalho, dinheiro, realização em todas as áreas de sua vida, amor, felicidade etc.
Dobre guarde dentro de uma Bíblia ou de um livro de orações até o ano seguinte.

PARA CARTEIRA SEMPRE CHEIA DE DINHEIRO
Na véspera do ano conserve com você 7 moedas correntes, de qualquer valor.
7 minutos antes da virada, distribua para amigos ou familiares que estiverem presentes e guarde a última com você. Deixe-a na carteira, será o seu talismã

VARREDURA
Dia 31, antes do Sol se pôr, faça o seguinte ritual:
Risque no chão, com giz ou carvão, um circulo de mais ou menos um metro e meio.
Entre dentro desse circulo e, com uma vassoura, comece a varrer de dentro para fora do circulo, tudo que estiver difícil em sua vida. Para cada varrida diga em voz alta o que está varrendo. Exemplo: tristeza, raiva, solidão, falta de dinheiro, desamor, desavenças, desesperos, ciúmes, enfim, tudo aquilo que você quer deixar para traz.
Respire fundo, saia do circulo lentamente, lave a vassoura em água corrente e acenda dentro do circulo uma vela branca para que a chama do fogo preencha o local com luz e ilumine seus caminhos no decorrer do ano.
Poderá ser feito também no dia 20 de março quando começa o ano Astrológico ou em qualquer dia no início da Lua crescente.

PARA CONQUISTAR UM NOVO AMOR
Compre um quartzo rosa, deixe-o submerso em água e sal grosso de um dia para o outro, no dia seguinte depois de passá-lo em água corrente, deixe-o exposto ao sol durante, no mínimo, uma hora. Use esse quartzo rosa na virada do ano, mantendo-o na bolsa ou na cabeceira da cama durante o ano.

CEIA DE PASSAGEM DO ANO
Procure colocar sobre a mesa alguns ramos de trigo, eles vibrarão fartura.
A sopa de lentilhas não poderá faltar. Você deverá comer 3 colheres da sopa antes de qualquer outra refeição, fazendo 3 (três) pedidos diferentes, um para cada colherada. Peça com fé.

LIMPEZA E ENERGIZAÇÃO DE AMBIENTES (Lar ou Escritório)
– Examine sua vida atual e veja o que criou para si mesma.
– Sua casa é uma representação simbólica de você mesma.
– Você cria um padrão trabalhando a intenção.
– Encha a casa ou escritório com sensações de paz.
– Use cores suaves em paredes, quadros e objetos.
– Limpe os cantos e armários, livre-se de tudo que não precisa mais.
– Livre-se de objetos que tragam para o presente, energias de um passado triste.
– Os objetos devem estar associados a boas lembranças.
– Associações negativas sugam energia do espaço.
– Crie um ambiente vibrante, alegre, colorido, claro e cheio de saúde.
– Distribua plantas em abundância por toda casa.
– Remova qualquer objeto que impeça a porta de abrir totalmente.
– Descubra o que simboliza o amor para você e encha sua casa com isso.
– Comece a projetar um novo campo energético e notará que a vida e as pessoas ao seu redor responderão a essa nova energia e o Universo que a cerca aderirá, absorvendo e transmitindo o que está projetando.
Poderá ser feito também em qualquer dia de lua crescente.

Além de sua freqüência energética positiva, seguem algumas âncoras:

– INCENSO
Acender um incenso na entrada, começando pelo lado direito, corra todos cômodos cruzando todos os cantos até chegar novamente no ponto inicial, fazendo a seguinte afirmação em cada canto: -Nesta casa há cantos, cada canto tem um anjo, em nome do pai, do filho e do Espírito Santo, Amém-.

– SINO
Abrir as janelas e tocar um sino em cada cômodo, mentalizando a saída de tudo que houver de negativo e dissonante no ambiente.
Em seguida, preencher, com música ou assopre canela em pó.
A música traz paz e harmonia e a canela traz prosperidade.

– AGUA
Na lua crescente ou nova, respingar água de fonte com um ramo de trigo ou de pinheiro em todas as dependências da casa. Pode ser também água benta se preferir.
Em seguida ler o Salmo 90.

– PROTEÇÃO DA ENTRADA
Dentro de um copo de vidro, transparente, coloque sal grosso até a metade.
Em seguida coloque um espiral feito com fio de cobre deixando a ponta 3 centímetros para fora do copo. Esse copo deve ficar na porta de entrada (pode ser atrás da porta), do lado esquerdo de quem entra.

– FLORES
As flores sempre foram usadas em comemorações de alegria, amor ou dor.
Possuem freqüência vibratória e elementos fluídicos em sua cor e perfume.
Anote alguma delas que você poderá estar usando no lar ou escritório:

Angélica…………………. resgata auto-estima e qualidades
Cravos……………………. facilitam conquistas e realização de sonhos
Crisântemos……………. protegem contra inveja e trazem abundância
Dália………………………. realização profissional (escritórios)
Lírios:…………………….. união familiar – energia do compartilhar
Rosas:…………………….. embelezam e limpam ambientes
Tulipa:……………………. traz fama (escritório)
Violeta:…………………… desperta lealdade

BANHOS DE LIMPEZA OU ENERGIZAÇÃO

– Atrair dinheiro
7 galhinhos de salsa
7 cravos da Índia
7 pedacinhos de canela em pau
3 folhas de louro
1 pitada de noz-moscada
Ferver tudo em 1 litro de água de jogar do pescoço para baixo.

– Energético para o amor
Ferver em um litro de água durante 7 minutos:
7 pétalas de rosa branca
7 pétalas de rosa vermelha
7 colherinhas de óleo de amêndoas doce
7 gotas de óleo essencial de lavanda.
Deixe esfriar, coe e adicione 1 vidro pequeno de Seiva de Alfazema.
Colocar em um vidro e passar no corpo após o banho.
Pode ser usado a dois.

– Limpeza de aura
Ferver um litro de água e colocar:
3 galhinhos de alecrim
3 galhinhos de arruda
1 colher de sopa de camomila
1 colherinha de café de sal grosso.
Desligar o fogo, tampar e esperar ficar na temperatura do corpo.
Depois do banho jogar do pescoço para baixo.

Stress, fadiga e depressão.
3 cravos da Índia
3 gotas de óleo essencial de lavanda
3 galhinhos de alecrim
7 galhinhos de arruda
7 pétalas de rosa branca
7 galhinhos de manjericão.
Ferver tudo 3 minutos, apague e deixe tampado até ficar na temperatura do corpo.
Jogar do pescoço para baixo.

Miriam Carvalho é colaboradora do Site e atende em S. Paulo pelo fone: (11) 5034-8646. Suas especialidades são: Numerologia, Tarô Iniciático, Tarô Egípcio, Aromaterapia, Cromoterapia, Cristais e Runas.

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